quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Audiência pública na Câmara de União discute invasão de casas populares e terrenos

Sessão pública na Câmara de União
Foto: Assessoria
Com informações da assessoria

Uma audiência pública realizada na Câmara de Vereadores de União dos Palmares, que reuniu os Poderes Executivo e Legislativo, discutiu  a questão da invasão das casas populares construídas pela Caixa Econômica, que fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal.
A sessão pública contou com a participação do prefeito do município, Beto Baía (PSD) e secretários e teve a presença de  cerca de mil pessoas que ocuparam o auditório da Casa de Hermano Plech e a frente da sede do Legislativo municipal.
Segundo a assessoria da Casa, a pauta teve vários temas como:  as invasões dos conjuntos, invasões de terrenos públicos localizados nos residenciais Newton Pereira e Nova Esperança e a ação de reintegração de posse impetrada pela Caixa Econômica Federal, além de denúncias graves de irregularidades como favorecimento na entrega de algumas casas.
O secretário Barnabel Bezerra, da Ação Social, observou que foi elaborado, nos meses de junho e julho um levantamento das invasões que mostram quem tem direito às casas e quem não tem.
“Quem tem cadastro realizado entre os anos de 2010 e 2012 e foi atingido pela enchente de 2010 pode ficar na casa e esperar apenas que a greve dos bancários termine e pode se dirigir à  Caixa Econômica Federal para regularizar sua situação. No entanto, os invasores que não se enquadram nos requisitos citados terão que deixar as residências”, argumentou.
O prefeito Beto Baía disse que lamenta o sofrimento das pessoas que ainda não têm a seguridade de uma casa própria bem como com as pessoas que vivem nos chamados pavilhões da Santa Fé e assegurou que, depois da regularização dos atingidos pela enchente, intercederá junto à Caixa para priorizar essas pessoas dos pavilhões que são remanescentes da enchente de 1989 e vivem sem a menor condição de higiene naquele local.
“Eu entendo a angústia e o desespero da população atingida pela catástrofe de 2010, e pretendo beneficiar quem de direito com as casas do Programa da Reconstrução. Ainda não podemos atuar em algumas áreas invadidas porque ainda pertencem à Caixa, no entanto vamos interceder para que seja agilizada a regularização desses conjuntos”, afirmou Beto Baía.
Sobre as denúncias de irregularidades feitas por alguns vereadores, o prefeito afirmou que serão apuradas; se preciso será aberto um inquérito administrativo,e, se  comprovadas as irregularidades, os culpados sofrerão a punição cabível.

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