quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Seis salões de beleza em Maceió foram fiscalizados ontem pelo Procon

Foto: Sandro Lima
Olívia de Cássia-Repórter

Dando prosseguimento à Operação Natal Seguro, o Procon\AL fiscalizou na tarde de ontem seis salões de beleza de Maceió, em bairros como a Pajuçara e a Ponta Verde, para verificar se as normas de qualidade e segurança de consumo estão sendo seguidas nos estabelecimentos comerciais, como a quantidade de formol nos produtos. A fiscalização nos salões continua nesta quinta-feira (19).

Segundo o fiscal Renato Vasquez, o objetivo da fiscalização nos salões é observar os produtos que podem oferecer risco à saúde do consumidor, “como a composição química excessiva de formol, mas não encontramos nenhuma irregularidade”, destaca.

Segundo ele, a continuidade da Operação Natal Mais Seguro, em Maceió, vai depender das demandas que o Procon encontrar. “O prazo pode ser estendido porque tudo o que se refere ao consumo nesta época do ano será fiscalizado, como prevenção à saúde do consumidor. O que houver demanda nos diversos segmentos de consumo será fiscalizado”, observa.

Renato Vasquez ressalta que os produtos com defeito ou com falta de informação sobre o risco que oferecem, que estejam fora dos padrões de consumo, ou com alguma irregularidade, serão recolhidos. 

A Operação já fiscalizou supermercados, bares, restaurantes e afins e detectou alguns problemas como produtos com a data de validade vencida, embalagens violadas, latas amassadas.

Nas cozinhas de alguns restaurantes fiscalizados, o Procon\AL encontrou produtos sem especificação como o número do lote e sem o prazo de validade,  além de alimentos impróprios para o consumo humano. Nesse caso, segundo o fiscal Renato Vasquez, foi feito o descarte dos produtos, com a presença de um representante do estabelecimento e de um fiscal do Procon.

Os fiscais do Procon  informam que, no caso da empresa autuada, é expedido um auto de infração e pode gerar uma multa ao estabelecimento autuado de R$ 600 até seis milhões de reais, dependendo da gravidade da infração e do porte da empresa.
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