domingo, 26 de dezembro de 2010

O show de Roberto Carlos

Olivia de Cássia – jornalista
(Foto: Rafael Andrade/Folhapress)

Pela primeira vez, desde 1974, o Rei Roberto Carlos fez um show ao ar livre, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, ao vivo, no dia de Natal. Segundo os organizadores do show, a expectativa era de um milhão de pessoas, o jornal Folha de São Paulo publicou que foram cerca de 200 mil nas areias da praia mais bonita do mundo.

Após mais de duas horas de show, o cantor Roberto Carlos se despediu jogando rosas vermelhas para seu público, como faz sempre em seus eventos, cantando a música "Jesus Cristo" em ritmo de samba.

No último bloco ele também recebeu no palco a bateria da escola de samba Beija Flor de Nilópolis que fará uma homenagem ao rei no carnaval de 2011. Outros famosos cantaram como Bruno e Marrone e a banda Exalta Samba.

Tive que aguardar a novela das nove para ver o show, como faço há vários anos. Roberto faz parte da vida de todo mundo, em especial, nós que vivemos nossa adolescência e juventude em União dos Palmares, nas décadas de 70 e 80, onde acompanhávamos as notícias do lançamento de seus discos, com muita ansiedade.

O Rei nunca perde a majestade, apesar dos sinais do tempo. No show ele pareceu cansado. Às 22h15 (horário de Maceió) o evento começou a ser exibido na Globo, com muitos efeitos de luz neon e apresentação da jornalista Glória Maria. Roberto não cantou nenhuma música nova: todas foram do repertório antigo e que embalaram a vida de quase todos nós. Começou cantando “Como é grande o meu amor por você”.

De terno branco como é do seu gosto, lenço azul na lapela combinando com uma camisa azul por fora da calça, descontraído, ele reclamou de uma dor no joelho, brincou dizendo que depois dos 35 é perigoso andar de moto e cantou quase o tempo todo sentado. O rei agradeceu a presença dos fãs, os aplausos de acolhida e observou que era a primeira vez que estava ali.

Roberto fez um agradecimento especial ao prefeito do Rio, Eduardo Paes e disse que fazer o show na Praia de Copacabana no dia de Natal foi o seu maior presente. Cantou grande parte do tempo com a mão em cima da perna esquerda e deu para perceber que estava incomodado com a dor.

O Rei da Jovem Guarda emocionou mais uma vez os que amam seu repertório e que repetiam “Hei, hei, Roberto é nosso rei”. Disse que quando foi para o Rio de Janeiro o seu sonho era morar em Copacabana e que fica orgulhoso quando vai para fora do País que as pessoas dizem que Copacabana é a praia mais linda e cantou “Copacabana princesinha do mar”, seguida de “Eu te amo”.

No megashow de Roberto não faltaram sucessos de antigamente e gente famosa sendo entrevistada nas areias da praia: Luiza Brunê, a cantora Rosemary e outros tantos. O rei convidou a cantora sertaneja Paula Fernandes, que com sua bela voz cantou os sucessos da Jovem Guarda junto com ele, num tom intimista e sensual.

Fizeram um poup purri com “Eu sou terrível”, “Tudo isso que você meu bem me dá”, “Na paz do teu sorriso”, “Ciúmes de você e “Não quero ver você triste”, encerrando o primeiro bloco do show.

Em outro bloco, com um violão, Roberto cantou “Detalhes” sua música mais tocada na década de 70, quando as mocinhas de União iam paquerar na festa de Santa Maria Madalena e ofereciam a música para seus amores. Muitos romances foram embalados em minha terra pela música Detalhes e tantas outras do Rei, no serviço de Alto Falantes de Maurino Veras.

Antes de cantar Ledy Laura ele disse que sempre cantou a música com muita alegria, mas que hoje canta com muita saudade. A música ele fez para sua mãe, dona Laura. Roberto é generoso com artistas novos e ao chamar a dupla sertaneja Bruno e Marrone ao palco, brincou com eles e disse que quando era menino escutava eles já fazendo sucesso.

Do otimismo e da confiança na vida

Olívia de Cássia – Jornalista

Na véspera do Natal amanheci com um sentimento pesado de contrariedade, acordei com vontade chorar, de mal dizer e reclamar por conta de tanta coisa de contrário que acontece em minha vida ou que me falta para que eu tenha mais comodidade, conforto e segurança.

Mas ao me olhar no espelho lembrei do que venho prometendo para mim mesmo e praticando já a algum tempo, porque não adiantaram tantos anos de pessimismo ao longo dos meus anos vividos. Me arrependi do que ia começar a fazer e comecei a agradecer a Deus por tudo o que ele tem me proporcionado.

Não vou dizer que é fácil a gente ser sempre compreensivo e otimista diante das tantas adversidades e até seria muito chato isso, se a gente não esperneasse de vez enquando, ninguém é contemplado com uma áurea de anjo que possa ser sempre correto em suas atitudes. Não tenho tanta sensibilidade para isso.

Vi na televisão que agora estão querendo até que a felicidade seja garantida na Constituição do país, mas a felicidade independe de questões políticas, todos sabem. A felicidade não vem por decreto e não se estabelece pela lei dos homens. Não é um discurso político, mas é um meta que todo mundo quer alcançar.

É por isso que estou procurando adotar, lembrando um pouco daquelas mensagens de otimismo que a gente tanto lia na adolescência. O certo é que não devemos ser tão exigentes conosco. Que cada um reconheça os seus limites de ser humano, que é passível de cometer erros. Os erros existem para ser reparados, perdoados e esquecidos. Sejamos menos arrogantes.

A arrogância empobrece o espírito. Vamos procurar levar a vida com mais suavidade, descontração e humor nesse ano que se aproxima. Vamos brincar, cantar comemorar, viajar, se há condições para isso, defrutar e respeitar a natureza e todos os seres vivos que nela vivem. Cada um tem seu espaço aqui na terra, o mundo é de todos. Sejamos mais humildes, mais cordatos e menos agressivos, sem atitudes petulantes.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Os laços

Olívia de Cássia – Jornalista

A gente cria laços ao longo do tempo. Relações do nosso convívio que passam a ser importantes na nossa vida. Quando a gente é criança essas ligações começam na família, nos amigos que estão no nosso convívio, na primeira escola, na vizinhança e aí vamos formando a nossa personalidade, crescendo e construindo os nossos alicerces. Os laços das amizades são os mais edificantes, além dos que são fortalecidos no âmbito familiar.

Minha família não era muito de fazer festas lá em casa, nem no Natal, mas mamãe fazia questão de fazer um almoço natalino com todo mundo chegando na hora certa para saborear aquelas guloseimas deliciosas que ela fazia. Quando a gente perde isso fica sem chão por muito tempo, ainda hoje eu sinto a falta daqueles momentos que foram tão importantes para minha vida, do convívio com minha família, mesmo que terminássemos brigando por qualquer besteira depois.

No Natal e em outras datas também, minha mãe fazia comidas simples, mas muito saborosas e era nesses momentos, do almoço em família, que aproveitava para passar lições de vida para os filhos; de contar muitos fatos acontecidas e tomá-los como exemplos e era nessas horas também que a gente se divertia com as histórias de vida do meu pai. Muitas delas engraçadas, folclóricas, humanas e de uma simplicidade e humanismo incomparáveis.

Meu pai, meu alicerce, meu exemplo de homem honesto, religioso, caridoso e humanista. Sempre faço minhas reflexões diariamente, mas é no Natal e Ano-Novo ou nas datas específicas da igreja, embora eu não a freqüente mais com assiduidade, que tantas lembranças dos meus saudosos pais me veem com mais clareza, saudade e densidade.

Ontem foi nossa ceia de Natal aqui na Vieira Perdigão, fundos da Estação Ferroviária, um momento de confraternização entre a família nossa daqui e os moradores da nossa rua. Festa que fazemos há mais de vinte anos, desde que fixei residência em Maceió. Faz tempo que não comemoro o Natal em União dos Palmares e hoje acordei com saudade dos nossos almoços caseiros natalinos e dos laços da nossa família quando morava por lá.

Me vejo muito mais frágil nesse tempo; quando a gente era criança ia pra Missa do Galo, na Praça Basiliano Sarmento, a Praça da Igreja, como a gente chamava na infância, com nossas melhores roupas, compradas especificamente para a data. Depois de cumprimentar os amigos e conhecidos, meus pais ‘batiam em retirada’ para casa e nós imos dormir.

Não tinha árvore de Natal, nem Papai Noel lá em casa e os enfeites de Natal só chegaram, muito poucos, depois que a gente saiu de casa e mamãe se dedicou mais à decoração e aos cuidados com meu pai adoentado.

Minha descrença no Bom Velhinho chegou logo cedo e entendi que quem nos dava algum presente ou regalia eram nossos pais mesmo, ou meu irmão Petrúcio quando eu era criança, mas acho muito encantado a lenda do Papai Noel. Hoje em dia as decorações de Natal são muito bonitas, iluminadas e deixam a gente mais sensível diante de tanta beleza, pelo menos eu sou assim: “Uma manteiga derretida”, como diriam os amigos.

Uma pena que as pessoas, ao invés de cultuarem os ensinamentos do Menino Deus de humanidade, fraternidade, amor e solidariedade, se põem menos afetivos, menos fraternos, esquecendo da importância dos laços, sejam eles de família ou de amizade. Laços esses que nos tornam mais fortes diante das nossas fraquezas.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Impressões do Natal!

Olívia de Cássia – jornalista

Véspera de Natal, um corre-corre danado do povo e meu também. Não me sinto animada para comemorar a noite de hoje, apesar de achar que devo jogar esse peso que estou sentindo e essa angústia pro alto e tocar minha vida pra frente. Como dizem os antigos, “vão-se os anéis e ficam os dedos”, isso quando ficam, não é? Vida pra frente!

Paciência, fiz tudo: trabalhei com afinco até durante doze horas seguidas no dia de ontem, mas no último instante, descobri que tinha deixado passar um erro na chamada do título do caderno de artes do jornal. Não teve jeito, o material já tinha sido rodado e não tivemos como reverter a triste situação.

Meu corpo respondeu tremendo, gelado, até agora, até a alma esfriou. Me senti um lixo por isso, desolada e sem chão. Resultado da ópera: estragou meu Natal, que não seria de tanto brilho, nem de muita empolgação, mas com um pouco de saúde e resto de otimismo, a gente consegue sobreviver e superar tudo.

O certo é que não estou me sentindo muito bem com o fato acontecido. O episódio de ontem (deixar mais um erro na capa de cultura) me fez refletir muito durante toda a noite e madrugada sobre a minha vida. Eu quase não dormi e chorei muito.

Ninguém deixa erros porque quer em uma página ou uma matéria de jornal, mas é um sentimento de derrota,frustrante para uma pessoa que faz esse trabalho. Principalmente quando a gente trabalha com carinho, amor e gosta da profissão que escolheu.

Eu procuro dar o melhor de mim, seja fazendo os meus textos ou outra função qualquer do jornalismo.

Tudo de última hora nesse Natal. Como não recebi em tempo de providenciar alguma coisa para mim ou para a casa, foi a maior correria, nesses últimos segundos que nos separam do dia de Natal, para comemorar o nascimento do Menino Deus.

Não providenciei nada pra mim, fui numa loja ver uma sapatilha, para usar na ceia de Natal que fazemos aqui na rua onde moro em Maceió, com vizinhos e familiares. Tudo muito caro, longe do meu orçamento previsto, mas acabei levando o sapato, foi o jeito, não tive escolha.

Uma senhora ao lado me pede a opinião a respeito de uma sandália que ela queria comprar para usar hoje à noite. Ela estava com duas opções e eu apontei uma delas, aleatoriamente, pois estava com a cabeça no erro que tinha deixado no jornal, mas para ser agradável com aquela desconhecida tão gentil, que me pediu uma opinião, eu apontei minha escolha.

Ela não gostou muito, agradou-se da outra, que também era mais simples e de preço mais acessível e me disse que a que eu tinha indicado “tinha duas bolas brilhantes em cima e ficava muito chamativa”.

Entendi a opção, mas eu tinha indicado a outra, aleatoriamente, também pensando justamente no dia de hoje que é de muito brilho para muitas pessoas.

Então expliquei para a moça que se ela se sentiu melhor com a sua escolha, de menos brilho, que a levasse, para que não se arrependesse depois. E foi o que ela fez: quando eu estava de saída da loja, me disse que já tinha feito sua escolha e que ia levar a mais simples mesmo.

Fiquei pensando nisso quando vinha pra casa. Da mesa forma é a vida da gente: feita de escolhas. Às vezes a gente pede uma opinião alheia, mas o que prevalece é o que a gente quer, o que vai decidir, na maioria das vezes. Feliz Natal para todos os meus amigos de União dos Palmares e de Maceió!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Depois de muita peleja, sindicato anuncia que ALE depositou o décimo de seus servidores

Olívia de Cássia – jornalista

Finalmente, depois de muita peleja, os servidores da Assembleia poderão comemorar o Natal com seus familiares, isso se realmente se confirmar a afirmação do presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo, Ernande Malta, que confirmou agora há pouco à reportagem da Tribuna Independente que o décimo-terceiro estaria na conta da Caixa Econômica.

O deputado Jota Cavalcante (PDT) também confirmou que depois das 18 horas o dinheiro já estaria na conta, depois da publicação no Diário Oficial de hoje de uma verba suplementar para o Poder Legislativo.

Assembleia Legislativa não paga décimo-terceiro

Olívia de Cássia –jornalista
(Texto e fotos)

Até as 13h15h desta quinta-feira a Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) não tinha depositado o décimo-terceiro salário de seus funcionários (servidores ativos, inativos, tão pouco de seus comissionados). Mas os gordos salários dos deputados foi depositado em suas contas dia 20.

A atitude da Mesa Diretora do Poder Legislativo alagoano revolta quem depende desse salário para pagar suas contas. Na sessão de terça-feira, 21, o presidente da Casa (Fernando Toledo-PSDB) garantiu que o dinheiro sairia no mais tardar nesta quinta-feira, 23, com possibilidades de sair ontem (quarta-feira, 22).

Segundo informações do Portal da Transparência e declarações do presidente do Sindicato do Poder Legislativo, Ernandi Malta, o governo do Estado liberou sete milhões para o pagamento dos devidos salários e décimo-terceiro, bem como liberou um aporte 118 milhões de reais. Ernandi Malta disse, também na sessão da terça-feira, que não conhece as despesas da casa e nem sabe o motivo de o governo do Estado ter liberado tanto dinheiro para a Casa de Tavares Bastos.

O que se sabe é que dinheiro tem, onde está sendo aplicado é que é outra discussão. Servidores da ALE estão apreensivos, já que o não-pagamento do décimo irá comprometer o Natal de todos e a mesma situação aconteceu em anos atrás. Outra preocupação é com relação ao pagamento do salário do mês de dezembro, que o presidente prometeu no começo do mês que sairia no dia 27, depois passou para o dia 5 de janeiro.

“Se até agora o décimo, que a Justiça garante, e por lei deveria ter sido pago até o dia 20, não foi pago, imagina os nossos salários”, disse um funcionário que não quis se identificar.

APROVAÇÃO DE PROJETOS

Por outro lado, o site da Assembleia informa que o Diário Oficial de hoje, 23, circula com a relação de matérias que serão apreciadas pelas Comissões Temáticas da Casa, na próxima segunda-feira, 27.

De acordo com o líder do governo na Assembleia, deputado Alberto Sextafeira (PSB), cerca de 30 projetos de lei vão ser votados pelos deputados na próxima semana. “Os mais importantes, sem dúvida, são o Orçamento do Estado para 2011, a lei delegada e a lei do Fecoep”, destaca o parlamentar.

Outra matéria que deverá ser votada é a Lei delegada, uma autorização para o governo realizar uma reforma administrativa na estrutura do Executivo e a lei do Fecoep, que autoriza o governo do Estado a ampliar o prazo de vigência do Fundo Estadual de Combate à Pobreza por mais dez anos.

No próximo dia 28 foi agendada pelo presidente da Casa a votação dos referidos projetos que se encontram em tramitação na Casa.

Na sessão do dia 21, o deputado Paulo Fernando dos Santos (Paulão-PT) , criticou a Mesa Diretora da Assembleia e disse que há muitos projetos polêmicos para serem apreciados pelos deputados. Paulão observou que se depender dele, ficará até o último dia do ano na ALE.

“Não está garantido o dinheiro da folha e do décimo-terceiro, o governador fez um acordo ontem á noite (segunda-feira) no Palácio com a Assembleia e repassou o dinheiro, recurso extraordinário. O duodécimo tem condições de manter o custeio e o pessoal”, observou.

Segundo Paulão, “não tem acordo, pra mim vamos trabalhar até depois do dia 30. Não tem QDD (Quadro de Detalhamento de Despesas), não posso apresentar emenda se não tem o QDD. Como posso fazer emendas se não tem o QDD? Sou realista, o pessoal está brincando de fazer emenda, tem o Fecoep (Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza). Voto a favor embora tem algumas discordâncias sobre a falta de transparência.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Deputados trancam a pauta e só votam Orçamento dia 28

Foto de Olívia de Cássia
Presidente da Casa diz que décimo de funcionários deve ser pago até quinta-feira


Olívia de Cássia – Repórter

Sem a liberação, ainda, do décimo-terceiro dos servidores da Casa e sem votarem o orçamento para o exercício de 2011, os deputados estaduais trancaram a pauta na tarde desta terça-feira, 21, e só voltam a se reunir no próximo dia 28, para deliberar sobre as matérias que estão pendentes.

O anúncio foi feito no final da sessão de ontem, pelo presidente da Casa, deputado Fernando Toledo (PSDB), que disse à imprensa que o décimo-terceiro dos servidores será pago até a quinta-feira, mas que pode sair até amanhã (hoje).

A sessão, a primeira da semana, quando especulava-se que a Lei Orçamentária Anual (LOA) poderia ser votada, não teve nem Ordem do Dia. Depois da chamada e da leitura da ata, o deputado Antonio Albuquerque (PTdoB), solicitou a suspensão para entendimento de lideranças, para que os deputados discutissem sobre os projetos pendentes na Casa.

O presidente concordou com a solicitação e anunciou que a suspensão seria por 30 minutos, tempo este que se estendeu por quase duas horas sem que os deputados chegassem a um acordo. Estão para ser votados na Casa vários projetos; alguns são polêmicos.

Mensagens como o projeto que aumenta o salário dos deputados, seguindo o efeito cascata dos deputados federais, que na semana passada aprovaram aumento nos seus salários, de presidente e senador.

Outro projeto na Casa concede aumento para o salário dos secretários do governo do Estado (hoje em torno de seis mil reais) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

Além desses projetos, também tem na Casa de Tavares Bastos mensagem sobre a construção de uma ciclovia na duplicação da BR-101, de autoria do deputado Judson Cabral (PT), entre outras mensagens que estão com a pauta trancada até que o orçamento seja votado.

RETORNO

Os deputados retornaram da reunião a portas fechadas e recomeçaram a sessão às 17h10. Assim que tomaram acento no plenário o deputado Jota Cavalcante (PDT) fez a leitura dos pareceres das comissões a algumas mensagens que estão em tramitação na ALE. Foi aprovado o parecer 960 que trata da alteração da lei e promulgação (ampliação) do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep).

Antes de terminar a sessão, o presidente da Casa fez duas convocações aos deputados: uma para o dia 27 de dezembro, às 14 horas, para as comissões permanentes da Casa, para deliberar sobre matérias que, segundo ele, serão publicadas no Diário Oficial (D.O).

A outra convocação feita foi para a próxima sessão, no dia 28 de dezembro, para a votação das matérias. A convocação será publicada junto com a pauta, também no Diário Oficial. Até lá não haverá sessão e a pauta da Casa fica trancada em função do orçamento. “Tudo foi feito dentro do Regimento Interno”, disse ele.

O deputado Alberto Sextafeira (PSB) disse que a preocupação do governo é com a prorrogação do Fecoep, por conta do prazo. “O governo federal já votou pela ampliação do Fecoep dele”, observou.

O deputado Rui Palmeira (PSDB) solicitou que o presidente coloque em votação a criação da Delegacia Contra os Crimes Ambientais.

Experiência de quase morte

 Por Olívia de Cassia Cerqueira A experiência de quase morte para os transplantados, rendeu uma página da editoria de Cidades, especial para...