quinta-feira, 19 de julho de 2012

Eleições em União

Olívia de Cássia – jornalista

O processo eleitoral em União dos Palmares está dando o que falar no município. As candidaturas estão uma verdadeira salada e os eleitores não entendem mais nada. A política na Terra de Zumbi está fervendo e muito se comenta nas ruas, nas redes sociais, sites e blogs da cidade. Ninguém sabe quem é oposição e nem situação, está tudo misturado. Dois candidatos concorrem à eleição deste ano: o ex-govenador Manoel Gomes de Barros (o Mano-PSDB) e o médico Beto Baia (PSD) pela oposição.

O ex-governador Manoel Gomes de Barros resolveu fechar um círculo por onde se iniciou na política, como prefeito da cidade. Elegeu-se deputado estadual, federal e como governador de Alagoas completou o mandato do governador Divaldo Suruagy e, no exercício do cargo, disputou a reeleição em 1998, perdendo o pleito para Ronaldo Lessa, do PSB, que ganhou as eleições no primeiro turno.

Mano é de família tradicional de políticos de Alagoas, representa a aristocracia palmarina e tem recebido várias críticas da oposição que afirma que com tantos anos de política, o candidato da situação não teria sido um bom político para o município. O ex-governador tem como vice o comerciante Zé Clemente e no sábado da semana passada recebeu a adesão do procurador Emanuel Paulo (Paulinho ex-PT e agora PDT).

Paulinho foi candidato a prefeito duas vezes pelo PT e candidato a vice de Beto Baia na eleição passada. Agora alega que foi traído por Beto e por isso teria aderido à campanha do ex-desafeto Mano. O interessante é que há bem pouco tempo, o ex-petista vivia nos meios de comunicação da cidade destratando Mano e culpando-o pelas mazelas da cidade.

Segundo o blog do jornalista Bernardino Souto Maior, Emanuel Paulo se diz tranquilo com a decisão de apoiar Manuel Gomes de Barros e teria revelado que não cometeu nenhum ‘pecado mortal’. “Eu simplesmente fui traído na palavra do médico Beto Baia”, teria explicado Paulinho. O ex-petista também explicou ainda que vivemos num regime democrático “onde o meu adversário de ontem pode ser muito bem um aliado de amanhã, porque, afinal, em política não faço inimigos”.

O médico Beto Baia (PSD) tem como vice Eduardo Pedrosa, irmão do falecido prefeito José Pedrosa. A aliança, segundo se comenta, teria dividido a família do ex-prefeito: uma parte está com Mano e outra com Beto, que também recebeu apoio do Partido dos Trabalhadores, do PTN, do ex-deputado Francisco Tenório (PMN), do senador Fernando Collor (PTB), do deputado João Caldas, agora no Partido Ecológico Nacional (PEN) e do usineiro João Lyra (PSD), entre outros.

Na convenção que o aclamou candidato da oposição, Beto Baia disse que a frente de oposição irá trabalhar ouvindo a todos, vereadores e população. “Não irei trabalhar como um ditador, precisamos virar a pagina de União, mudança é fundamental, vamos fazer um governo participativo”, disse Beto.

No comentário que postei no blog do jornalista Ivan Nunes eu disse que o ex-governador Mano está no papel dele como político e ex-governador que sabe negociar: procurar aliados, mesmo que sejam desafetos, para somar na sua campanha. Apesar de tudo, engole o desafeto como a um sapo indigesto e o coloca no grupo, coisas da política brasileira, não é de se estranhar.

O mais grave aí, na minha singela opinião de eleitora palmarina, foi o que fez Paulinho. Usou a sigla do PT até quando não serviu mais a seu ego e a sua sede de poder e depois mudou de partido. Agora, com essa atitude, jogou fora sua história política e sua credibilidade.

Para mim se igualou à maioria dos políticos que só pensa em se locupletar, no poder pelo poder e em angariar alguma vantagem para ele. O povo, na opinião dessa turma, que se lixe. Espero que o vencedor nessa eleição, seja Mano ou Beto Baia, saiba conduzir os destinos de União dos Palmares e elevá-la à categoria que merece. Tenham todos um bom fim de semana e fiquem com Deus.

Em União dos Palmares, juiz eleitoral reúne a imprensa para discutir regras nas eleições deste ano

Por João Paulo Farias – O Relâmpago-Texto e Foto

Representantes de veículos de comunicação de União dos Palmares e Santana do Mundaú estiveram reunidos na tarde desta quarta-feira, 18, com o juiz da 21° Zona Eleitoral, Ygor Vieira de Figueiredo, para discutir assuntos referentes às eleições de outubro.

O juiz explicou as normas da Legislação Eleitoral referentes à imprensa. Na ocasião, fizeram-se presentes membros da rádio Zumbi FM e de sites de blogs de notícias de União e Santana do Mundaú. As rádios AG FM e Farol FM não mandaram representantes à reunião.

Os principais pontos discutidos no encontro foram às regras que a imprensa deve seguir para não cometer crime eleitoral. A propaganda eleitoral gratuita é permitida na internet, desde que o veículo (site ou blog) não tenha CNPJ, seja no nome da pessoa ou registrado com seu CPF. As redes sociais também podem ser usadas para esse fim.

Já nas emissoras de rádio a propaganda inicia no dia 21 de agosto. Na reunião seria definido em sorteio a escolha da rádio que seria a geradora de mídias das eleições. Na ocasião só estavam presentes membros da rádio Zumbi, o juiz decidiu que esta seria a emissora geradora de mídia, o diretor da emissora, radialista Sílvio Sarmento concordou com a escolha, mas irá analisar a estrutura da rádio e comunicará os resultados ao juiz.

Dr. Ygor se diz preocupado com as rádios AG e Farol, por serem de propriedade de políticos. O magistrado teme que as emissoras sejam usadas para beneficiar candidatos ligados aos proprietários. “Quem cometer crime eleitoral está sujeito as penalidades da lei, tanto o candidato quanto o profissional da emissora”, disse.

Outra preocupação dos presentes, principalmente os editores de sites e blogs foi à criação de enquetes e cobertura das eleições. Já as rádios a realização de debates com os candidatos, que também é permito desde que sejam seguidas as normas da Justiça Eleitoral.

“A imprensa é livre para noticiar e divulgar os eventos das eleições, porém é necessário dá o mesmo espaço para os dois lados, nunca beneficiando A ou B”, observou o juiz.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Locais de lazer, bancos e estádios deverão ter assentos especiais para pessoas obesas em Alagoas

Olívia de Cássia – Ascom

Cinemas, teatros, restaurantes, instituições bancárias, auditórios, estádios e demais estabelecimentos devem disponibilizar assentos especiais para pessoas obesas, de acordo com o projeto de lei do deputado Ronaldo Medeiros (PT) aprovado na Assembleia Legislativa. A matéria falta a sanção do governador do Estado.

Segundo o autor do projeto, a proposta foi apresentada e aprovada seguindo uma política de inclusão social, pois a obesidade excessiva traz sérias consequências para a saúde do indivíduo, pois eleva o risco de a pessoa ser acometida por problemas como diabetes, hipertensão arterial, entre outras doenças graves.

“Além disso, a obesidade traz graves prejuízos para a vida social do indivíduo, pois, além do preconceito, o obeso é impossibilitado de frequentar locais como cinemas e teatros, porque tais locais não possuem cadeiras adaptadas às suas dimensões”, explica Ronaldo Medeiros.

De acordo com o parecer da Sala das Comissões da Casa de Tavares, baseado em dados do Ministério da Saúde, quase metade da população adulta está acima do pelo e 15% são obesos, sendo que há cinco anos, a proporção era bem menor.

Ainda de acordo com o parecer das Comissões da Casa, observa-se que a proposição apresenta-se apropriada e conveniente na medida em que se revestindo de caráter social, objetiva aplacar os constrangimentos sofridos pelas pessoas em decorrência da obesidade, garantindo-lhes, em contrapartida e em igualdade de condições, oportunidades e facilidades para o exercício de suas atividades diárias.

Segundo o deputado Ronaldo Medeiros, o projeto foi aprovado porque a proposta objetiva assegurar o pleno exercício dos direitos básicos dessa coletividade “em especial no que se refere ao acesso, à cultura e ao lazer, bem como proporcionar seu bem-estar físico e mental”, observa.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O jogo sujo das campanhas eleitorais

Olívia de Cássia- jornalista

A Globo vem caindo de qualidade a olhos vistos. A estratégia dos marqueteiros para ganhar audiência, neste domingo, 15, no Fantástico, saiu pela culatra. Após as declarações da ex-primeira dama Rosane Collor, as redes sociais bombaram com declarações sobre a entrevista e foi até tarde a indignação no Facebook.

Embora as declarações de Rosane Malta Collor de Mello não terem trazido nenhuma novidade para os telespectadores conhecedores da história, como a de que Paulo César Farias, então tesoureiro da campanha de Fernando Collor, tinha influência sobre ele e que frequentava o Palácio do Planalto; além da história da magia negra, a entrevista foi repetida com destaque no Bom dia Brasil. Sinal dos tempos.

A única coisa que chamou atenção do telespectador, no final da entrevista, foi a declaração de Rosane de que estava pleiteando na Justiça ‘uma pensão de 40 mil reais’ e que recebe atualmente 18 mil de pensão, o que para ela é muito pouco, comparada à pensão de algumas amigas, que devem consumir grifes da última moda.

Bem se vê que essa mulher vive fora da realidade e que usa o fato de ter se convertido a Jesus, numa igreja evangélica, para se justificar diante da sociedade e de Deus. Não é o fato de ela ter sofrido uma lavagem cerebral e ter se convertido, o que não deve ter sido difícil para quem o fez, não alivia a sua culpa de ter sido conivente e ter influenciado Fernando Collor em alguma das suas decisões e orgias malucas na Casa da Dinda, mansão da família onde eles residiam na época.

Antes de morrer, Pedro Collor, irmão do então presidente, escreveu um livro ‘A trajetória de um farsante’, onde contou quem é de fato o irmão. Infelizmente emprestei o livro e não me devolveram. Guardadas as devidas ressalvas de mágoas de Pedro, ele disseca no livro os bastidores do governo Collor e suas declarações na Veja levaram à criação de uma CPI no Congresso Nacional, à época.

Ontem a Rede Globo pelo menos refrescou a memória dos ‘esquecidos’ de Alagoas e fez com que alguns jovens de hoje que eram criança na época soubessem um pouco da história desse país. Muita gente por aqui não lê e não procura se informar o que realmente acontece e aconteceu na nossa rica trajetória, cheia de golpes, de corrução pela sede do poder e de muita roubalheira nos bastidores da política.

Pelo visto, as eleições deste ano não vão ser suaves como eu desejaria. Alguma coisa de muito asquerosa e perversa tem por trás dessa entrevista, além da busca pela audiência, já que a Globo fez chamadas o dia inteiro sobre ela, como se o que a ex-primeira dama fosse dizer fosse algo inédito, não tivesse sido a Rede Globo quem elegeu Fernando Collor naquela época, levando àquele debate a informação de que Lula tinha uma filha (Lourian) que não era reconhecida.

Bem se vê que a sede de poder e dinheiro na política é incansável e os princípios doutrinários de antes já não interessam, já não valem a pena. Deixo aqui uma frase que sempre uso de um escritor que admiro: ‎"Precisamos dar um sentido humano às nossas construções. E, quando o amor ao dinheiro, ao sucesso nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu". Érico Veríssimo

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Freitas Neto (*)

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira - Jornalista

Em 11 de julho de 1997 o jornalismo alagoano perdia João Vicente de Feitas Neto, em desastre de avião, na cidade de Santiago, em Cuba, junto com sua esposa, Graça Carvalho. A notícia pegou a todos nós de surpresa e não queríamos acreditar no que estávamos ouvindo. Freitas, nosso companheiro do sindicato, morto. Ele que foi um dos pioneiros do jornalismo alagoano, mudou o curso do sindicalismo em Alagoas, e foi um lutador pelos direitos da cidadania. Tinha se tornado um amante de Cuba, a Ilha de Fidel, onde morreu com sua amada esposa.

Ele era um amigo de todos e me incentivava na continuação do informativo O Beco, da Vieira Perdigão, e na minha participação no jornal O Relâmpago, de União. Acreditava na força do jornalismo alternativo, e sempre que podia me dava umas orientações.

No dia do seu enterro fizemos uma vigília no Sindicato dos Jornalistas e Gracinha, sua sobrinha, colocou as músicas que Freitas mais gostava: “Vermelho”, cantado por Márcia Freire, e a música “Estou apaixonado”, de João Paulo e Daniel. Centenas de pessoas compareceram às últimas homenagens a Freitas. Foi uma comoção geral e não parávamos de chorar e de lembrar da imagem dele e das coisas que Freitas fazia.

Estava sempre envolvido em alguma atividade política, fosse ela qual fosse. A diretoria do Sindicato compareceu ao Aeroporto Zumbi dos Palmares, para esperar o caixão que iria chegar de Cuba, mas nós não acreditávamos ainda naquela notícia, como se fora uma brincadeira de mau gosto.

A imprensa nacional e internacional noticiou a morte do nosso querido amigo, que possuía um currículo invejável, engrossado por sua participação atuante em todas as frentes em defesa da cidadania. Freitas participou de pelo menos 32 congressos e encontros da categoria, em sua área de atuação profissional: o jornalismo, segundo o seu currículo. Além de jornalista Freitas Neto era também advogado e militava no direito trabalhista.
Por uma coincidência do destino, pouco tempo antes de viajar para Cuba, Freitas Neto tinha conversado com meu marido sobre a possibilidade de ele fundar o Sindicato dos Vendedores de Carros, na Praia da Avenida, em Maceió, já tinha até fundamentado um estatuto, porque Freitas acreditava na força do sindicalismo e achava que meu companheiro pudesse se interessar em organizar aquela categoria.

Além do incentivo, Freitas tinha conversado comigo e estava querendo me indicar para trabalhar na Sucursal de União dos Palmares do jornal Gazeta de Alagoas, onde era editor de Municípios. Nesse tempo, meu marido me levava todas as segundas-feiras para as reuniões do Sindicato dos Jornalistas e no final ia me buscar; foi quando fez amizade com meus amigos diretores da entidade.

Nos desfiles do bloco Filhos da Pauta, Freitas não perdia um e já era presença confirmada em todos eles. Irreverente, num dos desfiles, compareceu com um penico na cabeça, cuja foto ficou histórica na nossa categoria. Era uma pessoa inquieta, mas dócil, e lutou, durante toda a sua vida, contra a ditadura militar, pela democratização do País e pela organização da sociedade civil.

Era muito conhecido por causa de seu fusquinha amarelo, que se tornou folclórico em Maceió. No fusca, diziam que ele levava de tudo: roupa, livros, papéis em grande quantidade, comida e que até um gramado tinha no piso, com pés de tomate e coentro, no cantinho esquerdo do banco traseiro. Gostava de dar carona para os amigos, mas o fusquinha, quase sempre estava sem freios, pois o nosso amigo era um pouco desligado. (* Esse texto está publicado em meu blog http://oc-cerqueira.zip.net/arch2008-06-01_2008-06-15.html e farpa parte de um capítulo do meu livro Mosaicos do Tempo, foi escrito em 2004)

terça-feira, 10 de julho de 2012

Dias há...

Olívia de Cássia – jornalista

Tem dias que a gente se sente um pouco perdido, sozinho, sem direção. Nessas horas desejamos uma palavra de conforto, um colinho, um incentivo para continuar a nossa jornada com dignidade e outros afagos para a nossa alma interrogativa e pensante.

Mas quando a gente é sozinha tem que buscar dentro de si as próprias forças, as próprias respostas, os incentivos para superar essa angústia e se apegar à espiritualidade. Acredito que todo ser humano tem que ter uma crença, seja ela qual for, independente de religiões.

O pior desses momentos de incerteza e indecisões em nossas vidas é quando depositamos crença total nos outros nas suas crenças e em seguida nos decepcionamos, por conta da expectativa que geramos em torno disso.

Devemos entender nesse caso que a culpa não é disso ou daquilo ou de outra pessoa, a culpa é nossa que acreditamos em falsos ídolos, falsos profetas e em falsas em ilusões. Fomos nós que alimentamos falsas expectativas dentro de nós e não o outro com seus pensamentos e certezas.

A vida que vivemos é fruto daquilo que acreditamos, pensamos e construímos. Por isso é fato que não devemos desejar o mal ao outro e nem semear discórdias se não quisermos ter, lá na frente, um retorno disso em nossas vidas.

Muitas vezes as situações acontecem conosco e não sabemos decifrar e entender o motivo de aquilo estar acontecendo em nossas vidas. Esquecemos muito cedo o nosso lado mais feio, o que fizemos, quando geramos e produzimos atitudes negativas para com outra pessoa.

Achamos sempre que temos razão e que o próximo é sempre o culpado e nos isentamos da própria culpa. Como a vida da gente é uma roda viva e está em constantes mudanças, hoje em dia eu reavalio conceitos e pensamentos e acredito muito na lei do retorno, na espiritualidade e tenho a convicção de que para cada bem que a gente faz um dia a vida dá a resposta, mesmo que não entendamos isso.

O mesmo acontece quando fazemos o inverso, quando articulamos maldades, falamos dos outros e cultivamos sentimentos negativos com relação às pessoas dentro de nós. Acredito na construção de um mundo mais justo se cultivamos a paz dentro de nós.

Acredito na ideia de que a construção da paz é um processo onde os conflitos entre as pessoas podem ser tratados de uma maneira construtiva e não violenta e assim promover um entendimento melhor entre os grupos e sociedades. Que todos tenham uma linda noite!

Cláudia Bulhões lança livro sobre mal de Alzheimer

A assistente social e psicóloga Claudia Bulhões acaba de lançar o livro Mal de Alzheimer, o que é? Como prevenir. O trabalho é teórico e prático informando o que é a doença, como acontece e como prevenir e apresenta exercícios práticos para desenvolver os neurônios.

O livro está sendo vendido no site http://www.gentedagente.net/livro-mal-de-alzheimer-o-que-e-como-prevenir/, tem 146 páginas, acabamento Capa-dura/Plastificada e 36 exercícios práticos que podem ser feitos em casa. Com tamanho fechado: 150×210 mm e aberto: 407×210 mm, o livro custa R$ 35.

Formas de Pagamentos:

O livro Mal de Alzheimer, o que é? Como prevenir pode ser adquirido também com depósito ou transferência bancária em nome de Claudia Maria Carvalho de Bulhões, no Banco do Brasil - Agência: 1523-7, Conta: 26786-4, ou na Caixa Econômica Federal, também da mesma forma e no nome da autora, na Agência: 2047-Operação: 013, Conta: 5498-8.

O livro tem envio grátis para todo o Brasil (PAC) e após efetuar o pagamento/transferência, o adquirente pode enviar comprovante por E-mail:cdebulhoes@uol.com.br.

Experiência de quase morte

 Por Olívia de Cassia Cerqueira A experiência de quase morte para os transplantados, rendeu uma página da editoria de Cidades, especial para...