segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Um país em decadência

Olívia de Cássia Cerqueira

O Brasil, infelizmente, está virando chacot internacional, depois da vitória do inominável; é um país em decadência, que perdeu o seu prestígio lá fora, conquistado no govrno Lula, desce de ladeira abaixo, todos os dias, desde que os golpistas tomaram o poder.

O governo JB será um governo descomprometido com a história, com as políticas sociais. É a volta do país ao atraso, que será um retrocesso aos anos 50, segundo alguns historiadores. E antes de começar, já está mostrando o que vamos ter que aturar nos próximos quatro anos.

O governo anuncia a volta à caça às bruxas, ou seja, à esquerda. É um governo sem projetos, sem propostas decentes, de extrema direita e do atraso. Um presidente que não entende de administração pública, só fala abobrinha, fala chavões atrasados e que agrada ao populacho desinformado.

Agora, a última notícia anunciada pelo JB foi a privatização da BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras . Segundo o site 247, o futuro presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, anunciado pelo ‘inominável’, que já anunciou que vai privatizar a petroleira e afirmou que a empresa tem de focar apenas em atividades que tem competência para fazer.

É uma proposta extremamente anti-popular de entregar a maior empresa do Brasil, motor da economia nacional, para os capitalistas estrangeiros, segundo especialistas.

De acordo com o site Diário da Causa Operária, o tal presidente ainda afirmou que está “dando carta branca a Paulo Guedes, ministro da Economia indicado por ele, o superministro, que é funcionário do imperialismo norte-americano, que tem interesse em privatizar a Petrobras e roubar os recursos brasileiros:

“[Castello Branco] é uma indicação do Paulo Guedes. Eu estou dando carta branca a ele. Tudo que é envolvido com economia é ele que está escalando o time. Eu só, obviamente, e ele sabe disso, estamos cobrando produtividade. Enxugar a máquina e buscar, realmente, fazê-la funcionar para o bem-estar da nossa população”, disse o inominável.

São momentos muito sombrios esses que estamos passando, tanto na política quanto no jornalismo brassileiro. Crise que não temos parâmetro para avaliar e que nunca esperávamos que o país pudesse voltar a viver.

O ex-ministro Roberto Amaral, reproduzido no Blog do Esmael Morais, disse que uma das estratégias fascistas é criar adversários. “O nazismo elegeu judeus e comunistas. Em 1964, criaram a ameaça comunista. Agora, o “perigo” é a esquerda”, disse ele.
Segundo o mesmo site, sem se dar conta dos riscos que corre, o país assiste à construção de um projeto político protofascista, com data marcada para instalar-se, sem previsão para nos deixar em paz.

A direita no poder é o atraso. É a volta da censura, mais acentuada. “Estão presentes entre nós os elementos básicos das experiências históricas de construção de regimes fascistas. A primeira delas é a incapacidade, por parte das esquerdas, dos liberais, dos democratas em geral, de ver a serpente antes de ela saltar do ovo para cumprir com seu papel”, diz o ex-ministro.

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