quinta-feira, 7 de junho de 2012

Encontro saudoso de amigos

Olívia de Cássia – jornalista

No dia 7 de setembro próximo, quando se celebra o Dia da Independência do Brasil, antigos moradores da Rua da Ponte, do Jatobá e Taquari, em União dos Palmares, vão se encontrar num evento saudoso, para se confraternizarem e lembrar as amizades e dos bons momentos vividos nessas ruas do município.

O encontro está sendo articulado por Luciana e Ana Peixoto, antigas moradoras da Praça Benon Maia Gomes, que também foi levada pelo Mundaú. Passados dois anos, ainda é difícil para quem nasceu e viveu nessas ruas, acreditar em tudo o que aconteceu por ali.

Olhando os vídeos na internet a gente não pode deixar de se emocionar com o que aconteceu com a Rua da Ponte, uma rua história da cidade. Em 18 de junho próximo completa dois anos da grande tragédia de União dos Palmares: a enchente de 2010.

Parecia que um imenso tusinami tinha passado pela cidade naquele dia. Ruas completamente devastadas, pessoas desabrigadas e passando todo tipo de necessidade e até mortes de entes queridos aconteceram.

Foi como se o Rio Mundaú tivesse se esgotado e cansado de tantos maus-tratos de tanta poluição e de tanta imprudência humana e quisesse se vingar de todos passando por cima e arrastando tudo.

Mas as águas barrentas e velozes do rio naquele dia levaram não só os maus-tratos, mas também levaram sonhos, projetos, vidas e quereres. A saudosa e querida Rua da Ponte, a rua da minha infância e local onde eu nasci, foi levada sem dó nem piedade pelo Rio Mundaú.

A casinha onde eu chorei as minhas primeiras lágrimas, onde gritei meus primeiros gritos, tudo isso o rio levou. Não ficou uma só casa em pé; tudo foi transformado num monte de entulho, como se uma guerra tivesse atingido aquela região.

Foi duro acreditar que os sonhos que os meus pais construíram no começo da vida tinham ido embora, apesar de que já tinham se desfeito das casas e vendido tudo, mas dói ver que tudo aquilo foi embora e ainda bem que não estavam mais aqui para presenciar a tragédia.

Na Rua da Ponte, quando eu era menina, era por onde circulava o movimento econômico da cidade. Fábrica de doces, de panelas, de colchões de palha, mercearias, posto de gasolina, armazéns, oficinas , fábrica de vinagre, alambique de seu Orlando Baia e todo o transporte para a capital circulava por ali.

Os carnavais animados da rua, a escola de samba, o desfile dos mascarados, a festinha de rua que acontecia em frente da fábrica de doces. Tudo isso nos remete a lembranças saudosas.

Durante o dia, ficávamos na calçada da mercearia de meu pai observando tudo, com meu avô Manoel Paes; era lá na frente que tudo acontecia, pois os carros abasteciam no Posto de Gasolina de seu Anselmo Cavalcante, o Nininho.

A Rua da Ponte teve também associação de moradores, a escolinha do Bangu onde estudei minhas primeiras letras com a professora Josete Belém, reforçada com as aulas que tinha do meu irmão mais velho. São lembranças inesquecíveis para todos nós, além dos saudosos e bons banhos no Rio Mundaú.

Na Rua do Jatobá, tinha a festinha de seu Pedro fogueteiro, pai da professora Doralice Félix, a Dora, da Divonete, do Félix e da Adeilda. Eu ia pra festa com meu padrinho Durval Vieira e andava nos barcos de madeira do seu Cícero Lopes, pai de Gracinha. Era tão encantadora aquela nossa vida!

Os homens e mulheres devotos dos santos saiam nas portas das casas com a imagem do santo do dia, que estivesse sendo homenageado, tocando pífano e uma zabumba, pedindo donativos. É uma imagem que tenho muito viva. A Rua da Ponte e as demais que o rio levou não vão ser esquecidas, ficaram na memória da gente.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Projeto de reajuste de militares é aprovado em regime de urgência na ALE

Foto de Olívia de Cássia - arquivo
Por Olívia de Cássia com Sessão Pública e agências


Na sessão desta quarta-feira, 6, que contou com a presença de 17 deputados no plenário da Casa de Tavares Bastos, foi aprovado, em regime de urgência, o Projeto de Lei nº 25/12, de origem governamental, que fixa a nova tabela de subsídios para os soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) de Alagoas. A votação aconteceu durante sessões ordinária e extraordinária.

Agora o projeto de lei seguirá para a sanção do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Antes da aprovação da matéria, em primeira e segunda discussões, a sessão foi suspensa, por 30 minutos, a pedido do deputado Isnaldo Bulhões Júnior (PDT), para que as Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Orçamento apreciassem o PL e emitissem os pareceres, que foram favoráveis à aprovação do texto.

Pelo projeto de lei, a nova tabela de subsídios para os soldados que compõem os quadros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas fica dividida em três categorias: aqueles quem têm mais de 25 anos de instituição passarão a receber R$ 2.343. Já quem possui até 24 anos, terá vencimentos de R$ 2,2 mil. E os soldados alunos vão receber R$ 1.046,00.

A mensagem explica ainda que, dentro desse aumento, já estão inclusos os 6% que foram concedidos para todos os funcionários públicos estaduais.

OUTROS PROJETOS

Também foram aprovados na sessão, em regime de urgência, o projeto que concede a revisão geral anual dos vencimentos dos servidores do Ministério Público Estadual (MPE) e o que reestrutura os cargos em comissão do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Este último, com os votos contrários da bancada petista e do deputado João Henrique Caldas (PTN).

Mesmo aprovadas em primeira e segunda discussões, a votação das matérias do TC e do MP na redação final – necessária, uma vez que os projetos receberam emendas modificativas – foi adiada por uma sessão, a pedido de JHC e Ronaldo Medeiros (PT), respectivamente.

Antes de votar contrário ao PL, o deputado Judson Cabral (PT) argumentou que o projeto não apresenta o impacto que a criação dos cargos comissionados terá na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e cobrou a implantação do Plano de Cargos e Carreiras (PCC) dos servidores da Corte de Contas, aprovado no Poder Legislativo.
Decisão judicial

O deputado Dudu Holanda. Ocupa a tribuna da Casa, para falar sobre seu partido, o PSD. Ele se reporta à decisão judicial, que negou o recurso do PMN, que reivindicava o mandato do parlamentar. Já o deputado João Beltrão (PRTB), por meio de requerimento, solicitou uma licença de 30 dias.

Encerrada a sessão o presidente da Casa convida os deputados para a próxima sessão, na terça-feira, 12, já que amanhã, 7, é feriado de Corpus Cristhi e não haverá expediente na Casa.

Estiveram presentes, o presidente Fernando Toledo (PSDB), Dudu Hollanda (PSD), Inácio Loiola (PSDB), João Henrique Caldas (PTN), Isnaldo Bulhões Jr. (PDT), Marcos Ferreira (PSDB), Patrícia Sampaio (PT), Olavo Calheiros (PMDB), Judson Cabral (PT), Severino Pessoa (PPS), Sérgio Toledo (PDT), Jeferson Morais (DEM), Ronaldo Medeiros (PT), Ricardo Nezinho (PT), Thaise Guedes (PSC), Nelito Gomes de Barros (PSDB) e Temóteo Correia (DEM).

Assembleia adia votação de doação de terreno

Foto de Olívia de Cássia
Olívia de Cássia, Sessão Pública e agências

Na sessão de ontem, 5, na Assembleia Legislativa , a votação de um projeto de lei de origem governamental que prevê a doação de terrenos foi adiada. Tudo começou quando o deputado Ronaldo Medeiros (PT) fez um aparte e solicitou a suspensão da votação da matéria.

Medeiros alegou a necessidade de os parlamentares examinarem melhor os projetos, citando o exemplo da operação ocorrida no município de Rio Largo envolvendo a negociação de um terreno, que terminou com a prisão de vereadores e do prefeito Toninho Lins.

Os deputados também questionaram as supostas irregularidades em torno da compra e venda de um terreno da Usina Utinga Leão pelo Governo Estado, denunciada em reportagem veiculada no Jornal Gazeta de Alagoas desta terça-feira.

Como uma das mensagens já havia sido retirada de pauta, o presidente Fernando Toledo (PSDB) tentou colocá-la em votação, explicando as regras previstas no Regimento Interno da Assembleia Legislativa de Alagoas, que diz que a votação de uma matéria não pode ser adiada por várias vezes . “Quando um projeto de lei é retirado de pauta e volta em seguida, ele não pode ter sua votação adiada mais uma vez”, observou Toledo.

Mas o deputado Ronaldo Medeiros contestou a observação do presidente: “O mesmo Regimento diz que a proposta pode sim sair de pauta novamente, desde que, tal adiamento seja votado pela maioria. Então, vamos votar”, propôs. Por unanimidade, a mensagem não foi apreciada pela Casa.

O deputado Antonio Albuquerque (PTdoB) cobrou que as autoridades acompanhem o caso e que algum representante do governo forneça explicações ao parlamento acerca da notícia.

“Vamos convocar alguém do governo para nos dar explicações. Queremos saber, no primeiro caso, para que vai ser utilizado o terreno e, no segundo, para que instituição a área será doada. Algum secretário terá que vir aqui e falar, amiúde e detalhadamente, o que o Estado está querendo fazer com ambos as propriedades”, disse AA.

Depois dos debates, ficou definido que não haveria autorização para o Estado usufruir de terreno e nem doar uma outra área.

MAIS VIOLÊNCIA

O deputado Judson Cabral (PT) utilizou a tribuna para cobrar do presidente da Casa, deputado Fernando Toledo (PSDB), a colocação em pauta de um projeto, de sua autoria, que impede a reeleição para a Mesa Diretora.

Em aparte, o deputado João Henrique Caldas (PTN) informou que também apresentou um projeto onde, semelhante ao que ocorre na Câmara Federal, os cargos da Mesa passam a ser escolhidos individualmente e não em chapa.

Após a cobrança, Cabral criticou os números referentes ao relatório de execução orçamentária do Estado e defendeu a convocação da cúpula da segurança pública para debater, no plenário da ALE, os índices de violência.

“No ano passado, o Poder Executivo devolveu R$ 900 mil ao Ministério da Justiça por falta de projetos”, observou o petista, criticando também a falta de estrutura do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió e o pouco investimento na área de inteligência.

Forró dos Jornalistas

Deputados descumprem Regimento Interno da ALE

Olívia de Cássia – Repórter

Quase que não houve sessão ordinária na tarde desta terça-feira, 5, na Assembleia Legislativa Estadual. Na hora da chamada apenas sete deputados se encontravam no plenário, mas quando o deputado Inácio Loiola (PSDB) terminou de chamar os deputados o presidente Fernando Toledo (PSDB) já tinha dito “não havendo quórum dou por encerrada a sessão", o presidente aproveitou e pediu tolerância aos deputados presentes para que esperassem mais um pouco porque essa semana será curta devido ao feriado "e alguns deputados estão nos gabinetes; temos matérias para serem apreciadas”, explicou.

A sessão teve prosseguimento em seguida, quando foram chegando os deputados Sérgio Toledo (PDT) e outros completando um quórum de 19 parlamentares no plenário.

Dezoito mensagens estavam na pauta para serem discutidas e aprovadas, na tarde desta terça-feira, sem contar com a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013, que está tramitando na Casa para recebimento de emendas, de origem governamental.

Na hora do expediente foram lidos os pareceres de vários projetos que tramitam na ALE, inclusive requerimentos comunicando ausências em sessões que já passaram.
Ainda na hora do expediente, o deputado Inácio Loiola (PSDB) usou a tribuna da Casa para falar do Dia Mundial do Meio Ambiente, ocorrido neste dia 5.

O parlamentar é um defensor da caatinga e tem feito várias palestras sobre o Riuo São Francisco.

“Hoje é o Dia do Mundial do Meio Ambiente e o Dia Mundial da Ecologia. Eu tenho dito na tribuna dessa casa que a ciência desse século é a ecologia. Ou o ser humano se conscientiza disso ou estamos pondo em risco o planeta Terra”, disse Inácio.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Dia Mundial do Meio Ambiente

Foto de Olívia de Cássia-arquivo
Olívia de Cássia – jornalista

Hoje, 5 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente, uma data para ser lembrada todos os dias. Estamos às vésperas da Rio+20, conferência internacional da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre meio ambiente e a agenda do país no setor está agitada.

Muito se comenta sobre o Código Florestal. No Congresso Nacional, a medida provisória editada pelo governo para preencher lacunas do CF começa a ser debatida nesta terça-feira, quando deve ser instalada a comissão especial para analisá-la. O documento recebeu centenas de propostas de emendas de parlamentares descontentes com o projeto.

Segundo a agência Reuters, até as 19h de ontem, segunda-feira, o número de emendas à MP passava de 400. Boa parte delas foi proposta por parlamentares ligados ao agronegócio, que pretendem centrar seus esforços e modificar a medida ainda na comissão mista, por onde a MP precisa tramitar antes de ser enviada ao plenário da Câmara.

O meio ambiente é uma responsabilidade de cada um de nós. No dia da votação do Código Florestal, ambientalistas fizeram protestos pedindo que a presidente Dilma Roussef votasse totalmente a proposta, porque dizem que do jeito que está vai favorecer aos grandes desmatadores de florestas.

Em nosso Estado o meio ambiente é maltratado todo dia e precisa ser mais respeitado e tomadas ações que deem mais qualidade de vida à população, com campanhas nas escolas e nas ruas. Nas cidades ribeirinhas onde a enchente de 2010 devastou tudo o que encontrou, é preciso que o poder público faça um trabalho de recuperação da mata ciliar nas margens dos rios Mundaú e Paraíba.

Em maio de 2011, a Secretaria de Meio Ambiente de União dos Palmares anunciou ações de contenção de barreiras, com a plantação de bambus, planta nativa da região. É preciso observar em que pé estão esses trabalhos, porque plantações de bambu, ingá e outras espécies nativas eram comuns na década de 60, antes do assoreamento do Mundaú.

Em 2008 eu fiz uma matéria sobre um projeto das professoras Madalena Soares e Madalena Monteiro, da Escola Monsenhor Clóvis, que objetivava fazer o replantio da mata ciliar em União dos Palmares, começando pela Rua do Taquari. Na nossa visita o projeto estava bem adiantado, mas infelizmente não teve continuidade e na enchente de 2010, tudo foi levado pelas águas do rio.

Fiquei encantada com aquele projeto e gostaria de vê-lo ser retomado. Um projeto adotado, desde o ano de 2006. Amendoeiras, jambo, azeitona, manga, ingá, bambu, ipê roxo, amarelo e rosa foram plantados na comunidade do Taquari, em um hectare de terras que foi doado por seu Fernando da Silva, conhecido na região como Fernando Alves, um parceiro do projeto de recuperação da mata ciliar do Rio Mundaú.

Segundo a professora Madalena Soares, o objetivo do projeto era replantar toda a mata ciliar que fica às margens do Rio Mundaú que se encontra em estado de degradação, mesmo sendo a principal fonte de recursos hídricos do município.

À época da reportagem, Madalena explicou que “com o replantio da mata ciliar aumenta o nível do rio, melhorando a qualidade da água, aumentando as espécies de peixes e contendo a erosão, evitando assim o assoreamento do rio e funcionando como barreira de contenção em época de enchentes”.

Agora que não existem mais casas no local, fica aqui a ideia lançada de que a Prefeitura de União dos Palmares, com parcerias, incentive a retomada desse e de outros projetos que melhorem a qualidade de vida da população.

domingo, 3 de junho de 2012

Todos os caminhos

Olívia de Cássia - jornalista

Todos os meus caminhos me levam a tua lembrança, embora faça muito tempo que não te vejo. Tua presença em minha vida é uma constante, na minha mente que elabora tramas românticas de encontros que não acontecerão nunca mais...Chove lá fora.

Meus sonhos contigo, embora a tua presença seja forte, não te tem. É como se você ficasse invisível fisicamente, mas eu sei que estás ali, em cada canto, em cada cena, em cada instante mais querido.

Todos os meus caminhos me levam a tua lembrança e por mais que eu queira tirar você do meu pensamento, a lembrança que eu tenho de ti é forte, persistente, densa. O coração fala mais alto me levando a situações que vivemos na nossa história de quase vinte anos.

E por mais que eu perceba e me lembre das armadilhas e mentiras que você preparou para mim, é como se minha mente abstraísse esse lado obscuro teu e me desse a lembrança de uma pessoa que eu pensava que conhecia, que me deu apoio, que se fez presente em vários momentos de solidão e de dificuldades da minha vida.

Quando você se aproximou de mim eu estava dividida, fragilizada e magoada e você foi chegando, ficando, me apoiando, me conquistando e vivemos uma linda história, até que descobri que aquela não era uma vida só minha e que tinha outras atrizes dividindo você nesse drama, nessa comédia trágica...

Em vários momentos de minha vida eu pensei que não fosse suportar a ideia de te perder, mas o mundo dá muitas voltas e hoje estou inteira. Inteira e viva, mas a lembrança de você ainda é muito forte e presente, isso eu não posso negar.

Saber que vives enfermo me dá vontade de te procurar, mas nem isso eu posso fazer. Tu te afastas de mim com o passar do tempo, cada dia mais. É como se eu nunca tivesse feito parte da tua história, como se eu não tivesse participação na tua vida.

E me entristeço querendo saber notícias tuas, mas me envergonho de perguntar por você a quem de direito, porque me expulsastes da tua vida como algo que fosse feito para ser esquecido.

E me pergunto e me indago: em que parte da nossa história eu te perdi¿ Em que parte da nossa vida eu comecei a te perder para tantas aventuras? Não há um só instante da vida em que eu não faça essa indagação.

Nesses instantes em que tudo acontece na minha mente, eu não posso conter as lágrimas que caem copiosamente do meu rosto. Será que isso nunca vai acabar? É noite, chove lá fora...

Incômodos acentuados

 Olívia de Cássia |Cerqueira Hoje sinto os tais incômodos, sendo que mais acentuados. Avalio agora que já eram sintomas da Ataxia cerebe...