Olívia de Cássia Cerqueira
O roteiro da falta de saúde e bem-estar me acompanha e amplia no dia a dia. Constantemente é uma novidade que aparece. Procuro não arruinar minhas querências e sonhos. Sinto dores. Depois do piripaque que tive, me coloquei a pensar que preciso publicar o que tenho escrito, com urgência.
Os pesquisadores apontam que algumas situações corriqueiras podem gerar ansiedade e a necessidade de controle, “ou pode servir como um poderoso impulso para vivermos com mais presença, propósito e significado” *.
O
lançamento do meu livro Entre Tombos e Quedas – Reflexões foi agradável e muita
gente compareceu. Os próximos, se ainda me for permitido pelo Criador, farei os
lançamentos aqui na Vila Perdigão mesmo. O deslocamento é mais fácil.
Não
me dou ao luxo de me preocupar muito com vendagem. Acabo doando mais exemplares
do que vendo. Claro que para o pequeno escritor/escritora a vendagem é
importante, mas o mais importante para mim é que os leitores avaliem o conteúdo
e me compreendam, já que apesar de ser comunicadora, prefiro a escrita.
Gostaria
de fazer uma agenda para lançar também em União dos Palmares, minha terra
querida, mas as limitações agora me impedem.
Vamos
ter em breve uma academia de letras na terrinha e estou indicada para
participar como membro. Tomara que dê tempo. Me preocupo com a possibilidade de
não poder estar presente, por conta dos impedimentos que tenho, mas espero
poder participar.
***
Este
ano também teremos eleição para presidente, governo, Senado, Câmaras federal e
estaduais. Os brasileiros e as brasileiras terão a oportunidade de escolher,
democraticamente, quem vai colocar no Congresso Nacional e na Presidência
aquele que vem fazendo o melhor para o País, pois acredito, e tenho fé.
Sigo
procurando algumas respostas. Tanto
pessoais quanto conjunturais. Peço orações as pessoas de todas as crenças, pois
as vezes avalio que minhas preces são fracas e não têm muita fortaleza.
Tem
horas que penso estar em falta com a espiritualidade. Não rezo mais ao deitar,
como fazia na infância. e quando acordo, da mesma forma. Não lembro. Como disse
o poeta Fernando Pessoa, “Navegar é preciso. Viver não é preciso”.
Quanto tempo!
Quanto
tempo o tempo disporá
até
que eu não saiba mais quem sou?
quanto
tempo terei para reinventar
minha
vida da de forma que ela
tenha
um outro sentido??
Quanto
tempo terei para tomar as rédeas
do
destino seguir em frente
em
busca de algo mais??
Nenhum comentário:
Postar um comentário